quinta-feira, 25 de julho de 2013

Mulheres!!!

"O que queria... o que eu quero saber é se... aceitas que eu... enfim, que nós nos tornemos namorados." Quedaram um longo momento a fitar-se, ele expectante e nervoso, ela com a expressão de marota a bailar-lhe nos olhos, deixando prolongar a dúvida até aos limites do suportável, até ao instante em que o tempo se suspendeu e por fim o sorriso lhe aflorou aos lábios e o braço pousou na mesa para lhe tocar a mão com a mão. Não foi um "sim", mas foi como se fosse."
em "Anjo Branco", de José Rodrigues dos Santos

Estou a ler este livro e não resisti a partilhar umas pequenas opiniões... É verdade que este texto remonta um tempo mais conservador em que as mulheres eram mais reservadas (pelo menos é o que se diz), mas transportando para o tempo presente, há meninas que ainda hoje fazem isto... Será por insegurança? por medo? para ver até onde o rapaz consegue aguentar? ou até talvez todas estas razões são válidas...

Para ser sincera gosto de ser difícil e acho que as mulheres devem ser difíceis q.b. no sentido em que devem preservar o respeito por si, da mesma forma que também devem respeitar o seu parceiro. A verdade é que no fim de ler este excerto saiu-me um sorriso dos lábios e pensei "às nós mulheres gostamos mesmos de os ter na mão".

Mas por outro lado não gosto que este tipo de atitude seja levada ao extremo em que o rapaz é quase desprezado. Acho que nem tanto à terra nem tanto ao mar. Um meio termo em que os dois devem colaborar um com o outro e mais que isso serem os dois honestos.

Babi Student! Apaixonada...

sábado, 13 de julho de 2013

Escolhas...

Escolhas… 
Todos os dias as temos que fazer, todos os dias pensamos se devíamos ir por aquele caminho ou antes pelo outro, todos os dias pensamos será que assim seria mais fácil, ou seria mais difícil, todos os dias pensamos será que, apesar de mais fácil ou mais difícil, vai resultar naquilo que eu quero. Será que é mesmo isto que eu quero?
São decisão atrás de decisões e nunca temos a certeza de nada. Olhando para trás podemos dizer não me arrependo de ter feito isto ou aquilo, ou podemos até dizer não faria nada de maneira diferente, mas na altura em que decidimos fazer isto ou aquilo pela nossa cabeça assombrava-nos o medo do desconhecido, a incerteza do futuro e do resultado.
As nossas escolhas, tal como tantas outras acções da nossa vida, claro que são influenciadas pelas pessoas à nossa volta, é normal, o ser humano vive em sociedade, por muito que nem sempre seja do nosso agrado, o respeito (ou falta dele) pelas outras pessoas está inerente a todas as nossas acções e também escolhas. 

No entanto, acho que muitos de nós, até eu, damos demasiada importância ao que os outros nos dizem para fazer. Não sou pessoa de dizer “olha faz assim, porque isto e mais isto”, mas sim “faz o que achares melhor para ti”, apesar de uma resposta muito restritiva e até pouco conselheira, penso que seja o melhor. Cada um tem de ter cabeça e personalidade de fazer as suas escolhas baseado no seu pensamento. Porque se der mal vai acabar por pensar sempre “fogo fiz isto porque x disse que era o melhor e agora estou assim”, ou se correr bem “os louros não são meus, são da outra pessoa”. As nossas escolhas mal ou bem fazem parte de cada um de nós, não dos outros. Acho que cada pessoa tem de saber fazer as suas escolhas e acarretar com elas mesmo que corram mal. Nem sempre é fácil… Muitas vezes, pelo menos em escolhas grandes, somos bombardeados com “conselhos” e é difícil não fazer o que somos coagidos a fazer.

Para mim, a personalidade de uma pessoa vê-se na capacidade de fazer aquilo que lhe vai na cabeça, apesar de 1000 pessoas influentes e queridas lhe dizerem para fazer o contrário. Não significa ser do contra, mas sim ter personalidade forte e coragem de dizer ao mundo “eu sou capaz”, “eu sou dona da minha vida, adoro-vos mas as decisões são minhas”.

Pensem nisto…

Babi Student!



sexta-feira, 17 de maio de 2013

Algo que me tira do sério #6

Porrada por futebol... Deixa-me completamente enervada. Mas para quê? Um jogo de futebol não vai dar dinheiro para nós, comuns mortais, não vai dar nada de mais, apenas uns momentos de prazer de saber que este ou aquele clube ganhou o jogo. Juro que não entendo o porquê de viverem tão intensamente um jogo de futebol ao ponto de se envolverem em brigas que depois resultam em hospitalizações e coisas do género.

Eu também sou adepta, também gosto mais de um clube, mas isso não significa que me deixe envolver demasiado num mundo que não faz sentido, um mundo que no fundo é virtual, não é real para a minha vida.

O desporto é suposto ser uma coisa saudável, seja o futebol, o basquetebol, o ténis, a dança, o que for. Desporto não é motivo de ganância e destruição como temos assistido nos últimos anos. Onde está o fairplay? Deixou de existir, já percebi... E o que veio de bom para o substituir? Incêndios? Apedrejamentos?  Pessoas feridas? Mortes? Desculpem, mas assistir a um bom espectáculo de futebol ou outro desporto qualquer e sair de lá com o sentimento que não perdeu o seu tempo e que gostou do espectáculo, como gostaria de um teatro ou um concerto, tudo bem agora pessoas transformadas em Neandertais? Por favor, cresçam, apareçam e tornem-se pessoas....



 Mas o que é isto?

Babi Student, indignada...

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Um cortejo lindo mas diferente! :)

Não é por acaso que este blog se chama "Babi Student". Student porque sou estudante e quero viver a vida de estudante à minha maneira. E digo à minha maneira porque para mim não interessa montes de noites passadas a beber até cair mas sim viver as noites e os acontecimentos importantes da cidade que há 3 anos me acolhe e que eu tenho orgulho de chamar a minha cidade.

Este é o mês das semanas académicas, é o mês dos estudantes. Só tenho pena das misérias que se ouvem na televisão, mas não é para falar disso que vim aqui escrever. A Serenata de Coimbra já passou na passada quinta-feira, foi a minha terceira e se não fosse o meu curso ser tão grande podia ser a última da minha vida de estudante. Só de pensar fico cheia de saudades apesar de ainda continuar nesta mística cidade. A serenata é uma hora de emoções, de pensamentos, de recordações do ano passou, das coisas boas, dos problemas de tudo o que vivemos. Para mim representa toda a vida académica desse ano.

A seguir à serenata, vem o cortejo no domingo. Para mim é a diversão plena que mais é impossível, uma caminhada até ao rio Mondego, primeira imagem que fica na minha mente sempre que chego a Coimbra para mais uma semana. Este ano não pude desfrutar deste cortejo, não tomei banho de cerveja (sim não gosto de cerveja, mas descobri as maravilhas das suas propriedades pegajosas que teimam em não desaparecer mesmo após um bom banho de água quente), não tirei fotografias à porta da FMUC, não vi os carros lindos que todos os anos os estudantes se esforçam por fazer, não vi o caldeirão a queimar as fitas, não vi cartolas nem bengalas, não desejei boa sorte a quem gostaria por ser finalista.
Arrependida? Não!
Triste! Sim porque perdi mais um cortejo da minha vida. Mas seguramente Não, porque vivi outra coisa da qual me orgulho muito.

A minha maninha linda teve o seu dia como finalista. Vestiu o traje da sua escola. Abanou ao mundo as fitas que carinhosamente lhe foram escritas. Tirou fotografias até não poder mais. Viveu aquele dia que marca o fim da sua licenciatura, tal como nos filmes. E eu podia perder isto? Nunca. Perdi o meu cortejo, mas ganhei o dela. Partilhei
com ela este dia, chateei-a para tirar fotografias, escrevi-lhe a minha fita, vi um pouco do que ela viveu todos estes três anos semi-longe de mim. Foi um orgulho enorme vê-la a terminar o seu curso, será um dia para recordar. Uma nova etapa vai começar, força maninha!

Babi Student, orgulhosa :)

sábado, 27 de abril de 2013

O outro lado da beleza


O mundo está cheio de pessoas que insistem em não se aceitar como são, oh porque não têm uma cara bonita, ou porque têm umas pernas curtas, ou porque têm mamas pequenas, ou porque têm mamas grandes, ou porque têm pernas gordas, ou porque têm pernas finas de mais... e podia continuar neste dilema o resto do dia, infelizmente também tenho estes pensamentos. Pensamos que só vão gostar de nós se tivermos aquele "padrão de beleza", aquele que se vê nas passerelas, revistas, televisão e outros meios de comunicação. Isso é um pensamento errado, por duas principais razões, a meu ver. Primeiro, porque a maioria das pessoas que gosta de nós não é pelo nosso físico, mas sim pelo nosso sorriso, pela nossa capacidade de fazer rir alguém, pela nossa honestidade, pelos nossos valores, porque somos, pelo menos assim quero acreditar. E segundo porque as outras pessoas, que nos vêem "de fora" não vêem as imperfeições que nós teimamos em esconder e apontar como os nossos piores pontos, tudo também porque elas estão a pensar nas suas imperfeições. Na maioria das vezes, como podemos ver neste vídeo até nos vêem mais bonitas do que nós próprias.

Não sou hipócrita ao ponto de dizer que não interessa o físico, claro que sim, não cultivo a obesidade, falta de exercício físico ou dietas pouco saudáveis, muito pelo contrário. Mas há um limite entre o bom senso e o
que passa a ser neurótico. Uma pessoa que deixa de viver a sua vida para se aprisionar na beleza inatingível e impossível, deixa de ter amor próprio e terá certamente dificuldade em amar o próximo. Acho que cada um deve amar-se a si próprio como é, será mais feliz, espalhará mais sorrisos e ainda será mais amada pelo próximo.

Quantas vezes passamos pela rua e vemos um casal em que um deles é menos bonito e pensamos: "que desperdício, até eu sou mais bonito/a". Esta é a verdadeira prova que todas as pessoas podem ser amadas, desejadas, mesmo que tenham um pneuzinho ali, um nariz maior de perfil ou outro defeito qualquer.

Está na hora de passarmos a acreditar mais em nós mesmos e a aceitarmo-nos como somos e deixar de seguir um padrão de beleza, que nem esse é bonito, primeiro porque até as modelos também têm celulite,
afecta a todas as comuns mortais, e sem maquilhagem são iguais a todas as outras mulheres, lindas mas não de acordo com o padrão que se quer. E segundo porque muitas dessas pessoas nem conseguem dar uma gargalhada, porque não têm força suficiente nos músculos para encher o peito de ar.

Babi Student....

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Algo que me tira do sério #5


Pessoas que dizem asneiras umas atrás das outras, como se fosse um tic do género dizer "tipo" (eu tenho muito esse tic).
Eu acho uma falta de educação estar a falar assim. Lá dizer asneiras quando estamos chateados ou nos magoámos tudo bem, agora dizer asneiras como se fosse a coisa mais normal do mundo, acho uma falta de educação e de respeito para quem está a ouvir, seja mais novo, e precisa é de educação e não de "deseducação", seja mais velho que merece respeito...

Sei que há muitas pessoas que o fazem sem se aperceber, agora há outras que se riem enquanto o fazem, parece que é mesmo só para se evidenciarem... Mas sinceramente não entendo qual a virtude/qualidade a pôr em evidência, mas pronto isso transcende-me.

Admito que quando me chateio e algo me está a enervar muito, "gosto" de dizer uma ou outra para "descarregar", mas não faço disso palavras como "olá, tudo bem?".

Desculpem podem achar que sou muito "patricinha", como dizem os irmãos do outro lado do Atlântico, mas acho uma falta de respeito pelo próximo, mesmo que ele nos esteja a desrespeitar.

Babi Student!!

sábado, 20 de abril de 2013

Um bocadinho mais de ambição! Vá lá!

Há muito que queria falar-vos de um assunto que me deixa triste, por um lado, mas com força para fazer mais e melhor, por outro.
Custa-me ver que o país está cheio de pessoas que o pensamento do dia é "logo se vê, como corre" ou "pode ser que corra bem, senão olha paciência". São pensamentos que tento afastar sempre da minha cabeça, o desconhecido atormenta-me e não gosto de não ter o controlo daquilo que vou fazer naquela ou na outra situação.

Quando somos mais pequenos, passamos pelo secundário e nem nos apercebemos que no fim, das duas uma, ou temos de trabalhar, ou temos de ir para a faculdade aprender uma profissão que fará parte do resto da nossa vida (na maioria dos casos). Custa-me ver que os jovens de hoje em dia não querem saber nada daquilo que vão fazer no futuro, é sempre "depois logo se vê", não sabem do que gostam, não sabem o que querem fazer, e o mais grave (sim porque ainda hoje me dou conta que nem sempre sei do que gosto mais ou do que quero fazer mais, isso é normal) é que nem sequer pensam em procurar coisas. Ver isto, aquilo, assistir a esta palestra, ir aquele site para descobrirem o que mais gostam. Simplesmente passam os dias sem ambição nenhuma, com o pensamento de que "ah e tal, no 12º ano decide-se". Se há coisa de que me arrependo é não ter procurado mais e mais e mais sobre o meu curso. Todos os dias descubro coisas que não sabia que ia contar, quando pensei que vinha para Medicina. Felizmente gostei e gosto e ambiciono praticar Medicina. Mas nem toda a gente tem essa sorte... Quantos alunos do ensino superior andam na faculdade só porque sim? Gastam dinheiro, não gostam do que ouvem, do que fazem, nem vão ser felizes. Tudo porque nunca se interessaram em saber o que realmente podiam vir a gostar.

Acho que a nossa sociedade devia insistir mais para que os jovens procurassem informação sobre os temas que gostam, não é só chegar a casa, sentarem-se em frente ao computador ir ao Facebook, ou ir para o youtube, ou jogarem aquele jogo que agora está na moda, mas que daqui a um mês já é velho. É claro que os jovens precisam de brincar de se distrair, todos precisamos, crianças, adolescentes, adultos, idosos, todos nós. Mas tem de haver uma idade para que os jovens se apercebam da vida que vão levar e que têm de procurar saber mais para tentar perceber se vão gostar disto ou daquilo.

Não estou a dizer para todos irem procurar que curso superior gostariam de tirar, como já disse neste post não acho que tenhamos de ser todos licenciados. Acho que todos devemos lutar (claro nem sempre é fácil) por fazer aquilo que gostamos, aquilo que nos faz sentir realizados. Está na altura de cuidar dos nossos jovens, são eles a próxima geração, eles têm de estar preparados para o futuro. Sei que o futuro ninguém o sabe, mas se tivermos bons alicerces mesmo que a tempestade venha é possível resistir e continuar em frente.

É urgente dar informação a estes jovens que não querem saber de nada, incentivá-los para as actividades, mostrar-lhe o futuro. Prepará-los para um futuro negro, para eles tentarem juntar branco, rosa, amarelo a este mundo e clareá-lo e torná-lo melhor.


Babi student, sempre à procura
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