Escolhas…
Todos os dias as temos que fazer, todos os dias
pensamos se devíamos ir por aquele caminho ou antes pelo outro, todos os dias
pensamos será que assim seria mais fácil, ou seria mais difícil, todos os dias
pensamos será que, apesar de mais fácil ou mais difícil, vai resultar naquilo
que eu quero. Será que é mesmo isto que eu quero?
São decisão atrás de decisões e nunca temos a certeza de
nada. Olhando para trás podemos dizer não me arrependo de ter feito isto ou
aquilo, ou podemos até dizer não faria nada de maneira diferente, mas na altura
em que decidimos fazer isto ou aquilo pela nossa cabeça assombrava-nos o medo
do desconhecido, a incerteza do futuro e do resultado.
As nossas escolhas, tal como tantas outras acções da
nossa vida, claro que são influenciadas pelas pessoas à nossa volta, é normal,
o ser humano vive em sociedade, por muito que nem sempre seja do nosso agrado,
o respeito (ou falta dele) pelas outras pessoas está inerente a todas as nossas
acções e também escolhas.
No entanto, acho que muitos de nós, até eu, damos
demasiada importância ao que os outros nos dizem para fazer. Não sou pessoa de
dizer “olha faz assim, porque isto e mais isto”, mas sim “faz o que achares
melhor para ti”, apesar de uma resposta muito restritiva e até pouco
conselheira, penso que seja o melhor. Cada um tem de ter cabeça e personalidade
de fazer as suas escolhas baseado no seu pensamento. Porque se der mal vai
acabar por pensar sempre “fogo fiz isto porque x disse que era o melhor e agora
estou assim”, ou se correr bem “os louros não são meus, são da outra pessoa”.
As nossas escolhas mal ou bem fazem parte de cada um de nós, não dos outros.
Acho que cada pessoa tem de saber fazer as suas escolhas e acarretar com elas
mesmo que corram mal. Nem sempre é fácil… Muitas vezes, pelo menos em escolhas
grandes, somos bombardeados com “conselhos” e é difícil não fazer o que somos
coagidos a fazer.
Para mim, a personalidade de uma pessoa vê-se na
capacidade de fazer aquilo que lhe vai na cabeça, apesar de 1000 pessoas
influentes e queridas lhe dizerem para fazer o contrário. Não significa ser do
contra, mas sim ter personalidade forte e coragem de dizer ao mundo “eu sou
capaz”, “eu sou dona da minha vida, adoro-vos mas as decisões são minhas”.
Pensem nisto…
Babi Student!
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